Ilha Grande de São Cristóvão

A Ilha Grande é uma ilha brasileira situada no município de São Cristóvão, estado de Sergipe, exatamente no estuário do rio Vaza-Barris, próximo a sua desembocadura no oceano Atlântico.   Possui uma população estimada em setenta pessoas, que vivem basicamente da pesca fluvial e pequena agricultura de sobrevivência baseada na produção de mangas que acontece entre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro se estendendo até fins de Abril.   A comunidade já possui energia elétrica mas não possui saneamento básico. Seu único meio de transporte é fluvial entre a Ilha e o continente, o povoado Pedreiras, distante da sede do município sete quilômetros por...


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Ilha do Paraíso - Viral

Navegando no estuário do rio Vaza Barris sentido sul encontramos a Ilha do Paraíso que é ponto de encontro de diversas famílias que chegam ao local para deliciarem um bom banho de rio. Local aconchegante e com uma baia incrível, que proporciona prática de esportes náuticos com certa segurança, e um pôr do sol sensacional. Como chegar Encontramos no pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) e também na marina Marisol as embarcações que fazem esse trajeto. Em cinco minutos de navegação vamos transpor a ponte Joel Silveira que liga o município de Aracaju a Itaporanga d'ajuda, uma obra muito bonita. Logo...


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Crôa do Goré

Um dos belos cartões postais de Sergipe a Crôa do Goré que fica localizada no rio Santa Maria, afluente do rio Vaza Barris, entre o município de São Cristóvão e Aracaju. Essa ilhota é formada quando a maré baixa e exibe sua areia clara e limpa com diversos quiosques feitos com tronco de coqueiro e cobertura de palha para que o visitante possa curtir uma sombra nos dias de muito sol e contando ao seu redor com belíssimomanguezal. Como chegar Diversas embarcações como lanchas, barcos e catamarãs partem do pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) aonde os visitantes podem escolher...


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Notícias

O sistema GPS dos navios dos EUA pode estar sofrendo ataque de ‘spoofing’?

Relatos de problemas de navegação por satélite no Mar Negro sugerem que a Rússia pode estar testando um novo sistema de spoofing (falsificação) de GPS. Esta poderia ser a primeira sugestão de uma nova forma de guerra eletrônica disponível para todos, desde estados-nação criminosos até pequenos bandidos.

Em 22 de junho, a Administração Marítima dos Estados Unidos apresentou um relatório de incidente aparentemente sem importância. O mestre de um navio do porto russo de Novorossiysk descobriu que seu GPS o colocava no lugar errado — mais de 32 quilômetros no interior, no aeroporto Gelendzhik.

Depois de verificar o funcionamento do equipamento de navegação, o capitão entrou em contato com outros navios próximos. Seus traços no AIS — sinais do sistema de identificação automática usado para rastrear navios — colocavam todos no mesmo aeroporto. Pelo menos 20 navios foram afetados.

Embora o incidente ainda não tenha sido confirmado, os especialistas acham que este é o primeiro uso documentado de erro de direção do GPS — um ataque de spoofing que há muito foi avisado, mas nunca foi visto na natureza.

Até agora, a maior preocupação pelo GPS foi que ele pode ser bloqueado ao encobrir o sinal de satélite GPS com ruído eletrônico. Embora isso possa causar caos, também é fácil de detectar. Os receptores GPS tocam um alarme quando perdem o sinal devido ao bloqueio (jamming). A falsificação é mais insidiosa: um sinal falso de uma estação terrestre simplesmente confunde um receptor de satélite. “O jamming faz com que o receptor morra, a falsificação faz com que o receptor minta”, diz o consultor David Last, ex-presidente do Real Instituto de Navegação do Reino Unido.

Todd Humphreys, da Universidade do Texas em Austin, alertou sobre o futuro perigo de spoofing de GPS por muitos anos. Em 2013, ele mostrou como um superyacht com navegação state-of-the-art poderia ser atraído fora do curso por spoofing de GPS. “O comportamento do receptor no incidente no Mar Negro foi muito parecido durante os ataques controlados que minha equipe realizou”, diz Humphreys.

Humphreys acha que a Rússia está experimentando uma nova forma de guerra eletrônica. Durante o ano passado, a falsificação de GPS tem causado um caos para os receptores em aplicativos de celular no centro de Moscou para se comportar mal. A escala do problema não se tornou evidente até que as pessoas começaram a tentar jogar Pokemon Go. O sinal falso, que parece centrar-se no Kremlin, desloca qualquer pessoa próxima ao aeroporto de Vnukovo, a 32 km de distância. Isto é provavelmente por razões defensivas; Muitas bombas guiadas pela OTAN, mísseis e drones dependem da navegação GPS, e a falsificação tornaria impossível atingir esses alvos.

Mas agora a interferência de geolocalização está sendo usada longe do Kremlin. Alguns se preocupam que isso signifique que a falsificação é cada vez mais fácil. A falsificação de GPS anteriormente exigia conhecimentos técnicos consideráveis. Humphreys teve que construir seu primeiro spoofer do zero em 2008, mas observa que agora pode ser feito com hardware comercial e software baixado da Internet.

Também não requer muita energia. Os sinais de satélite são muito fracos — cerca de 20 watts a partir de 20.000 milhas de distância — então um transmissor de 1 watt em uma colina, avião ou drone é suficiente para fazer spoofing de tudo no horizonte.

Se o hardware e o software estiverem se tornando mais acessíveis, os estados-nação em breve não serão os únicos que usarão a tecnologia. Isso está dentro do escopo de qualquer hacker competente. Ainda não houve nenhum relatório autenticado de falsificação criminal, mas não deve ser difícil para os criminosos usá-lo para desviar um veículo sem motorista ou entrega de drones ou para seqüestrar um navio autônomo. O spoofing dará a todos afetados o mesmo local, então um seqüestrador precisaria de um sistema de curto alcance para afetar um veículo.

Mas Humphreys acredita que a falsificação de um operador estatal é a ameaça mais séria. “Isso afeta as operações de segurança de vida em uma área grande”, diz ele. “Em águas congestionadas com mau tempo, como o Canal da Mancha, provavelmente causaria grande confusão e provavelmente colisões”.

O último diz que o incidente do Mar Negro sugere um novo dispositivo capaz de causar uma interrupção generalizada, por exemplo, se usado na disputa em curso com a Ucrânia. “O meu intuito é que esta é uma prova de um sistema que será usado com raiva em algum outro momento”.

 

Fonte: www.naval.com.br

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