Ilha Grande de São Cristóvão

A Ilha Grande é uma ilha brasileira situada no município de São Cristóvão, estado de Sergipe, exatamente no estuário do rio Vaza-Barris, próximo a sua desembocadura no oceano Atlântico.   Possui uma população estimada em setenta pessoas, que vivem basicamente da pesca fluvial e pequena agricultura de sobrevivência baseada na produção de mangas que acontece entre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro se estendendo até fins de Abril.   A comunidade já possui energia elétrica mas não possui saneamento básico. Seu único meio de transporte é fluvial entre a Ilha e o continente, o povoado Pedreiras, distante da sede do município sete quilômetros por...


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Ilha do Paraíso - Viral

Navegando no estuário do rio Vaza Barris sentido sul encontramos a Ilha do Paraíso que é ponto de encontro de diversas famílias que chegam ao local para deliciarem um bom banho de rio. Local aconchegante e com uma baia incrível, que proporciona prática de esportes náuticos com certa segurança, e um pôr do sol sensacional. Como chegar Encontramos no pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) e também na marina Marisol as embarcações que fazem esse trajeto. Em cinco minutos de navegação vamos transpor a ponte Joel Silveira que liga o município de Aracaju a Itaporanga d'ajuda, uma obra muito bonita. Logo...


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Crôa do Goré

Um dos belos cartões postais de Sergipe a Crôa do Goré que fica localizada no rio Santa Maria, afluente do rio Vaza Barris, entre o município de São Cristóvão e Aracaju. Essa ilhota é formada quando a maré baixa e exibe sua areia clara e limpa com diversos quiosques feitos com tronco de coqueiro e cobertura de palha para que o visitante possa curtir uma sombra nos dias de muito sol e contando ao seu redor com belíssimomanguezal. Como chegar Diversas embarcações como lanchas, barcos e catamarãs partem do pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) aonde os visitantes podem escolher...


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Esportes Aquáticos

A história do Windsurf

Os inventores do Windsurf foram o casal Newman e Naomi Darby.

A American Windsurffer magazine conseguiu fotos e documentos que comprovam que o casal acima foram sem dúvida os inventores do WIndsurf.
Na época ainda namorados,Newman velejador de barco e Naomi canoísta,residentes na Flórida, em 1963 desenvolveram o primeiro protótipo de windsurf, incentivados por um desejo de Naomi em possuir uma vela em sua canoa para se locomover mais rápido. No entanto, o casal, mesmo diante de um invento que futuramente iria revolucionar o esporte a vela, não foi feliz na receptividade da sua criação.

Mesmo com um bom investimento em marketing,porém mal direcionado e a montagem de uma fábrica, a burocracia e os custos com advogados, fizeram com que eles desistissem mesmo antes de conseguirem patentear o invento.

No final da história, quem levou todo o mérito foram, Jim, engenheiro aeroespacial e o velejador Hoyle, empresário e surfista, que entre os anos de 1967 e 1968, quatro anos após os Darbys, decidirem inventar um equipamento que unisse a liberdade do surf com a arte de velejar.

Baseados num conceito um pouco diferente do invento dos Darbys e com mais recursos financeiros, no final de 1968, Schweitzer requereu a patente do novo equipamento esportivo chamado Windsurf a qual conseguiu após 13 anos de justiça.

No início, um dos problemas para concretizar a idéia, estava em , como conciliar o movimento da vela com a direção da prancha. Até que perceberam que qualquer barco poderia ser controlado sem o uso do leme, somente com a ação da vela e que uma prancha de surf pode ser direcionada apenas com a ação do movimento do corpo.

Com esses conceitos na mente, Drake ficou responsável pelo desenvolvimento da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha.
A primeira prancha de Schweitzer, chamada de SK-8s, foi feita em fiberglass. No entanto esse tipo de material foi considerado muito caro na época. À procura de outras alternativas, Schweitzer descobriu um polyetileno da Dupont, utilizado na construção do Frisbee(Aquele disquinho voador esportivo), que se mostrou ideal para a construção de sua prancha de Windsurf.

O departamento de publicidade da Dupont se encarregou de divulgar o novo equipamento pelo mundo. Logo foram criadas as primeiras escolas na Alemanha, entre elas a International Windsurfer Schll, que utilizava um simulador na terra, onde os alunos praticavam o esporte a seco.
O primeiro grande resultado positivo aconteceu no início da década de 70, quando a Tencate, empresa do setor Têxtil, comprou a licença para fabricar o Windsurfer na Holanda. A empresa holandesa aliada a I.W.S.,transformou o novo esporte num grande sucesso.

Entre 1973 e 1978 foram comercializadas cerca de 150.000 unidades, o que fez com que várias empresas viessem a produzir o Windsurfer em todo o mundo.

Numa reunião realizada em Moscou, o Comitê Olímpico Internacional aceitou o Windsurf para participar das Olimpíadas de 1984, quando foi definitivamente aceito como esporte olímpico.

Klaus Peters-SP,Marcelo Aflalo-SP e Leonardo Klabin- RJ, foram os pioneiros do windsurf no Brasil.

O paulista Fernado Germano foi quem realmente trouxe a primeira prancha de windsurf para o Brasil. A rede Globo, com a novela Água Viva, foi a responsável pela febre do Windsurf no Brasil nos anos 70.

A modernização dos equipamentos, principalmente após 1988 e o desenvolvimento paralelo tecnológico , criaram uma nova modalidade chamada Funboard.

A Funboard se popularizou muito mais rapidamente que o Windsurf tradicional, praticado nas Olimpíadas, pois os equipamentos são muito mais ágeis, velozes, leves e coloridos, o que possibilita uma criatividade muito grande e a invenção constante de novas manobras torna o esporte insuperável pois nunca se aprende tudo, sempre tem uma nova manobra que alguém consegue executar e você ainda não.

A classe funboard é subdividida em race e wave, e é justamente esta, a segunda, que impressiona e atrai um grande contingente de novos adeptos ao mundo do Windsurf.

O primeiro grande ídolo do esporte internacional foi o americano Roby Naish penta campeão mundial e figura muito carismática é considerado o embaixador do Windsurf. Deixando de lado a extenuante competição anos a fio ganhando inúmeros campeonatos mundiais, retirou-se das competições para praticar o windsurf por diversão como deve ser.Foi então superado pelo espanhol Bjorn Dunkerbeck o qual a doze anos era imbatível em todas as disciplinas. Mas atualmente superado por Kevin Pritchard irmão mais novo de Matt Pritchard.

A Blonski pode ajuda-lo a escrever a sua própria História no cenário do Windsurf mundial através das pranchas de Windsurf que fabricamos com a mesma tecnologia utilizada pelos campeões do esporte.

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