Ilha Grande de São Cristóvão

A Ilha Grande é uma ilha brasileira situada no município de São Cristóvão, estado de Sergipe, exatamente no estuário do rio Vaza-Barris, próximo a sua desembocadura no oceano Atlântico.   Possui uma população estimada em setenta pessoas, que vivem basicamente da pesca fluvial e pequena agricultura de sobrevivência baseada na produção de mangas que acontece entre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro se estendendo até fins de Abril.   A comunidade já possui energia elétrica mas não possui saneamento básico. Seu único meio de transporte é fluvial entre a Ilha e o continente, o povoado Pedreiras, distante da sede do município sete quilômetros por...


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Ilha do Paraíso - Viral

Navegando no estuário do rio Vaza Barris sentido sul encontramos a Ilha do Paraíso que é ponto de encontro de diversas famílias que chegam ao local para deliciarem um bom banho de rio. Local aconchegante e com uma baia incrível, que proporciona prática de esportes náuticos com certa segurança, e um pôr do sol sensacional. Como chegar Encontramos no pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) e também na marina Marisol as embarcações que fazem esse trajeto. Em cinco minutos de navegação vamos transpor a ponte Joel Silveira que liga o município de Aracaju a Itaporanga d'ajuda, uma obra muito bonita. Logo...


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Crôa do Goré

Um dos belos cartões postais de Sergipe a Crôa do Goré que fica localizada no rio Santa Maria, afluente do rio Vaza Barris, entre o município de São Cristóvão e Aracaju. Essa ilhota é formada quando a maré baixa e exibe sua areia clara e limpa com diversos quiosques feitos com tronco de coqueiro e cobertura de palha para que o visitante possa curtir uma sombra nos dias de muito sol e contando ao seu redor com belíssimomanguezal. Como chegar Diversas embarcações como lanchas, barcos e catamarãs partem do pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) aonde os visitantes podem escolher...


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Dica da Semana

O que você pode fazer, sem esforço nem sacrifício, para evitar os assaltos a barcos

Foto: Shutterstock
20 maneiras de evitar os novos piratas

1 – Evite chegar à marina com ostentações
Até celulares e eletrônicos mais avançados já estão chamando a atenção dos piratas, que, às vezes, mantém “olheiros” na região onde os barcos ficam guardados.

2 – atenção ao desembarcar
Com os ocupantes distraídos pela ação de desembarque, fica até mais fácil para os ladrões agirem. Antes de atracar num pier e pôr os pés em terra-firme, não custa nada fazer como fazemos ao sair de casa; checar movimentos suspeitos.

3 – Escolha muito bem o seu marinheiro
Não são raros os casos de informações passadas aos ladrões, que facilitam os ataques – às vezes, até involuntariamente pela tripulação. Opte por marinheiros discretos e que tenham boas referências.

4 – Apague tudo a bordo
Se notar um barco suspeito se aproximando à noite, desligue tudo: som, tv e, principalmente, luzes. Isso mostrará aos ladrões que você já notou a presença deles. E, mesmo que mantenham o intuito, no escuto será mais difícil, o que pode levá-los a desistir.

5 – Ao partir, evite dizer para onde está a muita gente
E diga ao seu marinheiro para fazer o mesmo. Informe apenas à marina, como manda a segurança e o bom-senso.

6 – Mantenha contato frequente pelo rádio com barcos próximos
Serve para tranquilizar você e os outros também. Caso alguém passe a não responder aos chamados, desconfie.

7 – Desconfie se o seu barco for seguido por muito tempo
Pode ser apenas coincidência, mas, se ele se aproximar demais, é prudente mudar temporariamente de rumo.

8 – Reduza e cheque antes de parar
Ao receber um pedido de ajuda, cheque primeiro se ele realmente está em apuros. Uma boa maneira de fazer isso é, antes de parar totalmente seu barco para ajudar, rodear a embarcação, a certa distância e velocidade.

9 – Desconfie na medida certa
Na água, os donos do barco tendem a adotar uma mentalidade inocente e achar que todos à sua volta são companheiros, só porque estão no mesmo ambiente. Desconfie especialmente de supostos barcos de pescadores.

10 – Quando for dormir a bordo, leve o cachorrinho junto
Animais têm sentidos bem mais apurados que os nossos e latidos ainda são um ótimo alarme.

11 – Use o radar como alarme
Se o seu barco tiver um, é possível ajustá-lo para ecoar um aviso sonoro no caso algum barco chegue muito próximo ao seu. Use este recurso mesmo quando estiver em movimento.

12 – Tenha sempre algum dinheiro a bordo.
Ladrões costumam ficar irritados quando não encontram nada do que buscam. Algum dinheiro em espécie pode deixá-los menos nervosos. Vale muito mais perder alguns trocados do que arriscar a integridade de todo mundo a bordo.

13 – Evite áreas onde já houve casos
Nas abordagens a barcos, os bandidos tendem a repetir os locais de ataques, porque já ciraram rotas seguras de fuga. É raro haver um caso só; são sempre vários.

14 – Recolha e guarde a bordo seu bote inflável
Além de ser um dos itens mais visados pelos ladrões, ele pode ser usado para ajudar na fuga dos próprios bandidos.

15 – Desconfie se for abordado com muitas perguntas
Mesmo que elas venham de supostas “autoridades”. Autoridades de verdade só checam documentos e material de salvatagem.

16 – Beba pouco ou mantenha alguém sóbrio a bordo
Bebidas alcoólicas reduzem a percepção, os reflexos e a capacidade de atenção e vigilância. Além de tornar alguém embriagado perigosamente inconveniente para os bandidos.

17 – Não fique mais do que uma noite ancorado no mesmo local
Isso impedirá que os mal-intencionados tenham tempo de criar um plano de ataque.

18 – Tranque a cabine quando desembarcar ou for dormir
Faça isso especialmente em dias de tempo ruim, porque os ladrões sabem que, com chuva e frio, a vigilância diminui. Mesmo nas marinas.

19 – Se for dormir a bordo, fique junto a outros barcos
A presença de mais de um barco no mesmo local tende a inibir a ação dos bandidos – mas não impede que eles passem de um barco para outro. Portanto, mesmo assim, fique atento à noite.

20 – Nos pernoites, opte por águas bem tranquilas
Assim é mais fácil ouvir remadas ou um motor de popa vindo ao longe.

 

Fonte: Da revista Náutica nº286 (Por Otto Aquino)

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